Reparo em mim pensando,
sorrindo sozinha,
relembrando,
que honra é a minha,
um poeta escrever para mim...
Por vales e montes,
por entre os verdes e as gotas da agua...
sorrisos liberto para ti,
não os verás, mas dou-tos,
todos eles são teus...
sinto-me águia,
voando bem alto,
sinto o vento no rosto,
o fresco da chuva,
sinto a frescura da vida...
Apetece-me sorrir,
não sei o que sentir...
Sinto-me criança,
com colo para dormir...
Sinto-me repousar,
sinto-me tranquila...
Não posso aniquilar,
tudo isto que já começo a sentir,
é bonito demais para de destruir.
nem posso tão pouco imaginar.
Não sei mais o que pensar,
o que querer...
neste mundo contrario,
onde encontrar... pode ser perder...
Relidade é que já estás aqui,
plantado no meu jardim...
E é aqui que te quero guardar.
sorrindo sozinha,
relembrando,
que honra é a minha,
um poeta escrever para mim...
Por vales e montes,
por entre os verdes e as gotas da agua...
sorrisos liberto para ti,
não os verás, mas dou-tos,
todos eles são teus...
sinto-me águia,
voando bem alto,
sinto o vento no rosto,
o fresco da chuva,
sinto a frescura da vida...
Apetece-me sorrir,
não sei o que sentir...
Sinto-me criança,
com colo para dormir...
Sinto-me repousar,
sinto-me tranquila...
Não posso aniquilar,
tudo isto que já começo a sentir,
é bonito demais para de destruir.
nem posso tão pouco imaginar.
Não sei mais o que pensar,
o que querer...
neste mundo contrario,
onde encontrar... pode ser perder...
Relidade é que já estás aqui,
plantado no meu jardim...
E é aqui que te quero guardar.
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