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Mensagens

A mostrar mensagens de julho, 2009

De bagagem na mão

De bagagem na mão... Sem destino para onde ir... Quero agarrar nas minhas coisas e partir... sair deste mundo de pensamentos, de repassagem do que senti, nós dois... os nossos momentos. Tudo tão rapido, mas tão sentido... e agora abandonada, ainda te sentindo... Dentro de mim, perto de mim, em todos os lugares, na noite, no dia, em todos os sois e todos os luares... Quero desligar-me, adormecer, para não ter de pensar, nem ter de tentar esquecer... Se fosse possivel apanhar o avião, que me levasse para longe desta solidão, que me tirasse de mim, para que não pensasse em ti, como se só tu tivesses para mim a solução.... Queria um porto, um cais, um barco, um comboio... sair de malas feitas, das minhas ideias mais que imperfeitas... deixar para trás este esperar por nada, que me desfaz... Doi-me pensar que penso sem querer, e doi-me tambem, pensar em não pensar, e mata-me de dor, pensar em esquecer... doi-me sentir que possas sofrer, por este meu sentir, que me faz também sofrer.

Inside

Cresço ao poucos na caminhada, Sem saber ao certo onde vou, não seguindo qualquer estrada. E quando penso que já sou, vejo que nunca fui nada. Vejo a vida um espaço no tempo, uma vitória e um descontentamento, vejo-a somente um evoluir para morrer sem a concluir. É nada mais que um sonho, que apenas dura enquanto durmo, nada nela sou, nada dela tenho, sou apenas cinza deitando fumo... Sobrevivo na contradição, entre o muito desejar, e a minha total dedicação... e quando julgo encontrar, apenas deparo em mais uma ilusão. É tão dificil ser-se diferente, tentando ser como toda a gente, sem que ninguém repare em nós como somos, mas apontando sempre a forma como vivemos. Sorte já ter encontrado, dos que falam a minha linguagem, embora sempre sabendo, que cada um segue a sua viagem... Uma breve pausa, onde sentados em roda falamos, das batalhas, dos medos que já enfrentamos... Depois de novo ao caminho, sem que ainda o queiramos... mas não há alternativa, não podemos mudar o que somos, não n...

I did not lie... but you did'nt want to hear my truth

When I thought that I already had written everything, that all histories of my life already had been dictated, that my inspiration had died… and my hands already do not knew to write, You just come from where it did not wait, and you took account of my new history. My route goes to your meeting, accepted me inside of you, Give your heart to me… Can you trust it to me? A new cool air entered for the window of my room, I breathed looking at for you, I did not lie... but you did'nt want to hear my truth, (I realy care, I honestly love you) but I know that inside of you, your wish this so much as I do… What I feel does not dumb, but increases… I'll be wating... I'll be here for you.